E AS FÉRIAS… FORAM-SE
Acabou o período principal de férias para dois grandes grupos de pessoas:
1 – Para estudantes
Na verdade, muitas crianças começaram, por esta altura, a sua vida escolar, enquanto outras vão acrescentando mais um ano ao seu percurso académico. Depois temos os adolescentes, os jovens e os adultos que, ano após ano, vão somando etapas ao seu curriculum escolar, até alcançarem os sus objetivos. Mas, para alguns, com vontade de ir mais além, passa-me a ideia que a sua vida estudantil e de investigação, de forma regular ou não, parece não ter fim!
Em relação a estes, para além da admiração, sinto-me grato pelo seu esforço de adquirir conhecimentos e em colocá-los, depois, de forma gratuita ao serviço da humanidade. Bem tudo isto acaba por resultar na melhoria do nosso viver e vai entroncar no que mais à frente direi.
2 – Para os ativos no mundo do trabalho e ao serviço da sociedade
Para estes é o retomar do trabalho, com uma perspetiva de um novo ciclo. Podemos considerar o ano de trabalho divido em duas partes… A primeira, a mais longa e cansativa, inicia-se em janeiro e dura em média sete meses. Depois, com a chegada de agosto, o país começa a entrarem modo de férias, e todos os que trabalham vão sendo, de uma forma ou de outra, influenciados por esse estado e também vão entrando no modo de ferias. A segunda parte é bem mais curta. Passados três meses, entramos no espírito de Natal e também num período com maior possibilidade de férias ou de pequenas pausas. E assim, quase sem darmos por isso, está passado mais um ano.
Por fim, amigos leitores, chamo a atenção para o fato de a qualidade de vida das estar a melhorar significativamente. Há mais ou menos duas décadas atrás, cerca de metade da população vivia em condições de grande pobreza; atualmente, apesar de ainda existirem muitas desigualdades e dificuldades, essa realidade tem vindo a diminuir.
Este progresso deve-se, em grande medida, ao conhecimento, à investigação, (isto já referido em cima). Nas tais referidas duas décadas atrás, quando aparecia uma máquina robotizada havia contestação porque as pessoas logo pensavam que lhes iam tirar o emprego, pois uma máquina conseguia fazer o trabalho de várias pessoas. Hoje ainda se pensa um pouco assim com a IA.
Mas nós vemos na prática, que mais ou menos metade da população vive sem trabalhar e isso graças, ao estudo, ao desenvolvimento, mais uma vez, referidos atrás, que vai criando novas ferramenta, novas máquinas, novas formas do trabalho se ir fazendo com menor emprego de mão de obra.
Em forma de conclusão, do dito atrás sobre estudo e trabalho, parece claro que, para a riqueza de um país e do mundo é preciso uma continuada aposta na educação a nível escolar, das crianças, dos adolescentes, dos jovens, de forma séria (não com o pensamento em estatísticas).
Bem hajam todos os que estudam trabalham com o interesse de servir a comunidade…
