O PSD manteve claramente a hegemonia nas vilas de Cortegaça e Maceda. Paulo Pinheiro e Américo Fonseca sucederão respectivamente a Sérgio Vicente Prata e a Miguel Silva que tinham alcançado o limite de mandatos. Os sociais-democratas venceram ambos os sufrágios com maioria absoluta.
Em Cortegaça, o PSD já mantinha uma tradição governativa de 24 anos. Apesar dos esforços de Miguel Coelho (PS) em tentar destronar os sociais-democratas, a verdade é que a equipa de Paulo Pinheiro conseguiu uma vitória clara com quase 57% dos votos e elegendo 6 deputados num total de 9 na Assembleia de Freguesia. Por seu turno, o PS teve 26,8%, ficando-se pelos 3 deputados. Em Cortegaça, mais nenhum partido elegeu, o que foi um resultado improdutivo sobretudo para o Movimento 2030, o AGIR e a CDU.
Em Maceda, também houve maioria absoluta para o PSD, apesar da oposição ter conseguido um resultado ligeiramente superior ao de Cortegaça. Américo Fonseca conseguiu 44,1% dos votos e o PSD elegeu 5 dos 9 deputados na Assembleia de Freguesia. Por sua vez, o PS de António Santos com 25,7% e o AGIR de Óscar Silva com 21%, conseguiram, cada um, eleger dois deputados. O AGIR viria a ter aqui o melhor resultado a norte do concelho (com 2 eleitos na Assembleia de Maceda). No entanto, o Movimento 2030 e a CDU não conseguiram eleger.
Cenários de Governabilidade
Em princípio, não aplicável. Os partidos vencedores dispõem de maioria para governar, pelo que só dependem de si. Contudo, poderão e deverão estar receptivos a ideias da oposição, sempre que acharem conveniente.

